https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/issue/feed BEPA. Boletim Epidemiológico Paulista 2022-09-06T13:51:53-03:00 Edlaine Faria de Moura Villela efvillela@saude.sp.gov.br Open Journal Systems <div style="text-align: justify;"> <p>O BEPA. Boletim Epidemiológico Paulista, criado em 2004, é uma publicação da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD), órgão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP). Com periodicidade contínua, tem principal interesse em produções técnico-científicas nas áreas de planejamento e execução das ações de promoção à saúde, prevenção e controle de quaisquer riscos, agravos e doenças, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A publicação tem o objetivo de estabelecer canal de comunicação entre as diversas áreas técnicas e instâncias do SUS, disseminando informações, promovendo atualização e aprimoramento dos profissionais e instituições, além de incentivar a produção de trabalhos técnico-científicos pelas redes de saúde pública e privada.</p> </div> https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37494 Perfil epidemiológico de doença meningocócica nas capitais da região Centro-Oeste do Brasil 2022-06-22T12:00:25-03:00 Amanda Carvalho Guerini bepa@saude.sp.gov.br Jardel Almeida Monteiro bepa@saude.sp.gov.br João Gabriel de Moura bepa@saude.sp.gov.br Julia Mathias Mendonça Meirelles bepa@saude.sp.gov.br Júlio César Ferreira Sonieski bepa@saude.sp.gov.br Lara Costa Martins bepa@saude.sp.gov.br Edlaine Faria de Moura Villela bepa@saude.sp.gov.br Fábio Morato de Oliveira fabiomorato@ufj.edu.br <p><strong>Introdução:</strong> A doença meningocócica é um quadro infeccioso causado pela <em>Neisseria meningitidis</em>. Essa condição possui três apresentações clínicas: Meningite Meningocócica (MM), Meningococcemia (MCC) e uma terceira, MM+MCC. Nesse contexto, o prognóstico sem o devido diagnóstico e tratamento pode ser grave ou até fatal. <strong>Objetivos:</strong> Assim, é essencial discutir o perfil epidemiológico dessa doença nas cidades brasileiras do centro-oeste brasileiro. <strong>Material e Métodos:</strong> Trata-se de um estudo epidemiológico transversal, descritivo acerca dos casos notificados nas capitais da região centro-oeste brasileira entre 2016 e 2020 obtidos por meio do DATASUS. Prevalência, apresentação, sexo, faixa etária e desfecho clínico foram as variáveis estudadas. <strong>Resultados:</strong> Durante o período, 164 casos foram registrados nas cidades de Brasília, Campo Grande, Cuiabá e Goiânia, com uma média anual de 32,8 casos. A forma mais comum foi a meningite meningocócica. De forma geral, houve um aumento no número de casos entre os anos 2016 e 2017, seguido de uma leve queda até 2019. No ano de 2020, houve uma queda abrupta nos casos notificados, sendo, possivelmente, uma repercussão da pandemia de COVID-19. <strong>Conclusão:</strong> Em suma, percebe-se uma distribuição característica da doença em cada cidade e medidas sanitárias, educativas e cuidados médicos adequados são instrumentos para a diminuir a morbimortalidade da doença meningocócica.</p> 2022-09-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Amanda Carvalho Guerini, Jardel Almeida Monteiro, João Gabriel de Moura, Julia Mathias Mendonça Meirelles, Júlio César Ferreira Sonieski, Lara Costa Martins, Edlaine Faria de Moura Villela , Fábio Morato de Oliveira https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/38206 Estudo populacional para avaliar a adesão às medidas de saúde pública e seu impacto na pandemia de covid-19 2022-09-06T13:51:53-03:00 Breyner Rodrigues da Silva Júnior bepa@saude.sp.gov.br Juan Felipe Galvão da Silva bepa@saude.sp.gov.br Fábio Morato de Oliveira bepa@saude.sp.gov.br Edlaine Faria de Moura Villela bepa@saude.sp.gov.br <p>A pandemia de covid-19 tanto impactou a economia quanto foi impactada por ela. Objetivos – Este trabalho objetivou compreender a relação entre a vida profissional dos brasileiros e seu nível de adesão às medidas restritivas impostas pelo governo durante a pandemia, a fim de elucidar essa problemática e fornecer mais informações aos gestores. Material e métodos – Para isso, foram analisados os dados do questionário do projeto ICPCovid compartilhado virtualmente no primeiro semestre de 2020, sendo tal análise embasada na literatura publicada recentemente sobre o tema. Resultados: Ao todo, foram entrevistadas 23.896 pessoas, das quais 5.235 (21,9%) afirmaram ser trabalhadoras autônomas; 7.748 (32,4%) alegaram não estar trabalhando em casa no momento da entrevista e, quando questionadas sobre o motivo, 3.974 (16,6%) disseram que não podiam devido ao tipo de...(AU)<br /><br /></p> 2022-09-06T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Breyner Rodrigues da Silva Júnior, Juan Felipe Galvão da Silva, Fábio Morato de Oliveira, Edlaine Faria de Moura Villela https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37902 Análise de algoritmo diagnóstico de febre amarela em amostras de primatas não humanos encaminhadas ao Centro de Patologia do Instituto Adolfo Lutz 2022-07-19T14:12:50-03:00 Ticiana Brasil Ervedosa patologia.animal@ial.sp.gov.br Pedro Enrique Navas-Suárez patologia.animal@ial.sp.gov.br Eduardo Ferreira Machado patologia.animal@ial.sp.gov.br Cinthya dos Santos Cirqueira patologia.animal@ial.sp.gov.br Isis Paixão de Jesus patologia.animal@ial.sp.gov.br Julia de Carvalho patologia.animal@ial.sp.gov.br Ketlyn Bolsachini Figueiredo patologia.animal@ial.sp.gov.br Mariana Sequetin Cunha patologia.animal@ial.sp.gov.br Leila del Castillo Saad patologia.animal@ial.sp.gov.br Tatiana Lang D’Agostini patologia.animal@ial.sp.gov.br Roberta Fernandes Spinola patologia.animal@ial.sp.gov.br Juliana Mariotti Guerra patologia.animal@ial.sp.gov.br Natália Coelho Couto de Azevedo Fernandes patologia.animal@ial.sp.gov.br Rodrigo Albergaria Ressio patologia.animal@ial.sp.gov.br <p>O Centro de Patologia do Instituto Adolfo Lutz (CPA-IAL) é credenciado pelo Ministério da Saúde como laboratório de referência macrorregional para a vigilância epidemiológica de febre amarela (FA) em seres humanos e primatas não humanos (PNH) do Brasil, atuando por meio de análise histopatológica e imuno-histoquímica (IHQ). Até o ano de 2018, ambos os exames eram aplicados a todas as amostras de PNH recebidas para a pesquisa de FA. Em 2019, implantou-se um algoritmo diagnóstico baseado na triagem pelas características histopatológicas observadas no tecido hepático, possibilitando a racionalização do uso da IHQ. Objetivo: Avaliar a aplicação do algoritmo diagnóstico comparado ao período que antecedeu sua implantação. Métodos: Estudo retrospectivo de relatórios anatomopatológicos de PNH emitidos, entre 2018 e 2019, no CPA-IAL para determinação de índices de performance diagnóstica do exame histopatológico na vigilância epidemiológica de febre amarela, avaliação da sensibilidade do exame imuno-histoquímico para amostras com autólise de moderada a avançada e comparação da mediana de tempo decorrido para emissão dos relatórios em cada período. Resultados: Não houve diferença estatisticamente significante na performance da detecção de FA por histologia e IHQ entre os períodos pré e pós algoritmo; houve importante redução na quantidade de exames IHQ solicitados e no tempo de liberação dos relatórios (p&lt;0,0001). Conclusões: O algoritmo resultou em desempenho semelhante, redução do tempo de liberação oportuno para a vigilância epidemiológica do agravo e da quantidade de reações IHQ realizadas, portanto, apresentando-se adequado para o diagnóstico de febre amarela em PNH no CPA-IAL.</p> 2022-07-19T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Ticiana Brasil Ervedosa, Pedro Enrique Navas-Suárez, Eduardo Ferreira Machado, Cinthya dos Santos Cirqueira, Isis Paixão de Jesus, Julia de Carvalho, Ketlyn Bolsachini Figueiredo, Mariana Sequetin Cunha, Leila del Castillo Saad, Tatiana Lang D’Agostini, Roberta Fernandes Spinola, Juliana Mariotti Guerra, Natália Coelho Couto de Azevedo Fernandes, Rodrigo Albergaria Ressio https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37650 Perfil epidemiológico dos casos de COVID-19 em uma cidade do noroeste paulista 2022-06-09T12:48:35-03:00 Letícia Roledo Fernandes bepa@saude.sp.gov.br Lívia do Prado Bento bepa@saude.sp.gov.br Luciana Coimbra de Mello bepa@saude.sp.gov.br Fábio Castilho Navarro bepa@saude.sp.gov.br <p>Introdução: Em 11 de março de 2020 foi declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a pandemia da doença pelo coronavírus 2019 (covid-19), responsável por causar infecção respiratória aguda, potencialmente grave e de alta transmissibilidade, o que elevou mundialmente o número de óbitos. Métodos: Trata-se de uma pesquisa documental, aplicada, de abordagem quantitativa e transversal, de coleta e análise de dados de casos notificados, no período de março de 2020 a julho de 2021, nos sistemas e-SUS Notifica (casos de síndrome gripal) e Sivep-Gripe (casos de síndrome respiratória aguda grave e óbitos) do município de Araçatuba (SP), no Noroeste Paulista. As variáveis analisadas foram sexo, faixa etária, presença de comorbidades, desfecho (cura ou óbito) e vacinação. As taxas de letalidade geral e específica foram calculadas, bem como a média móvel de casos e óbitos por semana epidemiológica de ocorrência. Resultados: Foram obtidos 28.890 casos confirmados, dos quais 13.210 do sexo masculino e 15.680 do sexo feminino. Dos 894 óbitos, 482 ocorreram em homens. A letalidade entre pessoas com doença neurológica prévia foi de 50%. Todos os vacinados que vieram a óbito tinham mais de 60 anos e 82,87% possuíam pelo menos um fator de risco. Conclusões: A análise do perfil epidemiológico dos acometidos, da evolução e da gravidade foi de fundamental importância para se determinar e adequar estratégias de mitigação e planejamento de ações e cuidados de saúde no combate ao SARS-CoV-2 no município.</p> 2022-06-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Letícia Roledo Fernandes, Lívia do Prado Bento, Luciana Coimbra de Mello, Fábio Castilho Navarro https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37553 Acidentes ofídicos atendidos na cidade de Sorocaba - São Paulo, Brasil 2022-05-19T15:59:25-03:00 Bruna Marzullo bepa@saude.sp.gov.br Solange Maria Leite Ismerim bepa@saude.sp.gov.br Marcos Vinicius da Silva bepa@saude.sp.gov.br <p>Resumo: Os acidentes ofídicos humanos são um importante problema de saúde pública nas áreas tropicais. Na região de Sorocaba, São Paulo, Brasil, ocorre o mesmo. Com o objetivo de se conhecer as características epidemiológicas, clínicas e laboratoriais dos acidentes atendidos na cidade de Sorocaba foi realizado o presente estudo, no período de 2013 a 2017. Metodologia: Estudo epidemiológico descritivo e transversal com dados obtidos das Fichas de Notificação Epidemiológica. Resultados: Foram notificados 158 (75,3%) acidentes atribuídos às serpentes do gênero Bothrops sp, 20 (9,5%) por Crotalus sp, 2 (1,0%) por Elapidae sp, 11 (5,2%) não peçonhentas e 19 (9,0%) sem identificação, totalizando 210 pacientes. Desses, 133 (63,3%) vítimas eram do sexo masculino e 77 (36,7%) feminino, cujas faixas etárias variaram entre menores de 1 ano até 90 anos. Em 138 (65,8%) pacientes o acidente ocorreu na zona urbana, em 40 (19,0%) na rural e em 3 (1,4%) na periurbana. Em 159 (75,7%) casos o acidente foi notificado como de trabalho; 71 (64,6%) acidentados tinham baixa escolaridade, ensino fundamental incompleto. Os sintomas decorrentes do envenenamento ocorreram em 191 (91%) pacientes e 3 (1,4%) adultos morreram. O intervalo de tempo transcorrido entre o acidente e o atendimento em 109 (52%) casos foi igual ou menor que três horas; em 42 (23,2%) maior que três até doze horas; e em 29 (16,6%) maior que 12 horas. A alteração no tempo de coagulação ocorreu em 98 (46,7%) pacientes. No tratamento foram utilizadas 1.309 ampolas de soro antipeçonhento. Conclusão: O ofidismo é importante agravo de saúde pública na região de Sorocaba, acometendo mais crianças na faixa etária entre 0 e 10 anos e maior letalidade quando comparado a outras regiões brasileiras...(AU)</p> 2022-05-19T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Bruna Marzullo, Solange Maria Leite Ismerim, Marcos Vinicius da Silva https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37334 Perfil epidemiológico sobre acidente vascular encefálico no município de Araçatuba 2022-03-17T19:16:44-03:00 Fernando Akio Saito bepa@saude.sp.gov.br Rafael Flamarin Cavasana bepa@saude.sp.gov.br Manuella Gomes Corrêa bepa@saude.sp.gov.br Lucila Bistaffa de P aula bepa@saude.sp.gov.br <p>Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico da população acometida por Acidente Vascular Encefálico (AVE) em Araçatuba - São Paulo (SP), estimar a importância dos indicadores de prevalência e incidência de AVE no município, correlacionando aos dados nacionais e estaduais e avaliar a mortalidade para AVE, segundo idade, sexo, escolaridade, cor/ raça e tempo de internação, além de correlacionar com os gastos anuais na terapêutica da doença. Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, retrospectivo, e documental, com abordagem quantitativa dos casos registrados de AVE nos sistemas de internação hospitalares disponíveis no banco DATASUS, de pacientes do município de Araçatuba, localizado na região Noroeste do Estado de SP, entre 2008 a 2018. Resultados: Os resultados evidenciaram que o município de Araçatuba teve um decréscimo percentual de 10% (14 casos) no período avaliado, além disso 1.718 (74,17%) dos indivíduos acometidos por AVE eram da raça branca, 2.181 (94,17%) eram predominantemente da faixa etária acima dos 40 anos. Quanto aos atendimentos, 2.315 (99,95%) dos atendimentos por AVE são de caráter urgente, tempo médio de permanência teve um aumento de 2,4 (46,15%) dias de permanência e os custos de atendimentos no município representam 0,92% do gasto total do estado de SP. Conclusão: Nosso estudo observou que a incidência de AVE no município é influenciada por faixa etária acima dos 60 anos, baixo nível de escolaridade, raça branca e sexo masculino.</p> 2022-03-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Fernando Akio Saito, Rafael Flamarin Cavasana, Manuella Gomes Corrêa, Lucila Bistaffa de P aula https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37294 Paradigmas da adesão vacinal nos 1000 dias de vida: análise e repercussões na saúde pública 2022-05-19T16:49:23-03:00 Juan Felipe Galvão da Silva juanfelipegalvao@gmail.com Janinne Boaventura de Oliveira Silva juanfelipegalvao@gmail.com Ludmila Raynner Carvalho Alves juanfelipegalvao@gmail.com Marina Isabela de Paula Sousa juanfelipegalvao@gmail.com Edlaine Faria de Moura Villela bepa@saude.sp.gov.br Fábio Morato de Oliveira juanfelipegalvao@gmail.com Pedro Augusto Barbosa Silva juanfelipegalvao@gmail.com <p>Introdução: O Programa Nacional de Imunização objetiva organizar e garantir a cobertura vacinal nacional, a fim de reduzir doenças imunopreviníveis. Há, contudo, circunstâncias sociopolíticas e demográficas que reduzem a adesão à vacinação, sobretudo em crianças menores de 2 anos. Assim, é necessário discutir as causas e os impactos dessa questão no Brasil. Objetivos: Analisar a cobertura vacinal direcionada às crianças no período dos 1000 dias, entre os anos de 2016 e 2020. Material e Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico analítico, de recorte transversal, com abordagem quantitativa e qualitativa, sobre a imunização de indivíduos de até 2 anos entre os anos de 2016 a 2020, com o uso da plataforma DATASUS e das bases de dados PUBMED, SCIELO, BVS e do Ministério da saúde. Resultados: Verificou-se a redução, predominantemente, de 10,51% das aplicações de vacinas entre os anos de 2016 a 2020 na população de até 2 anos de idade. Ademais, os imunobiológicos que mais sofreram redução foram: hepatite B (84,87%), influenza (99%) e poliomielite oral (18,45%). Discussão: Alguns fatores relacionados à redução da aplicação de imunobiológicos nesse período são a baixa cobertura vacinal, propagação de fake news, falta de informação da população e a pandemia da COVID-19, com o isolamento social. Conclusão: Apesar da importância das vacinas para o controle das doenças infectocontagiosas, percebeu-se a redução de aplicações dos imunobiológicos e o aumento da morbimortalidade, sendo necessária a criação de estratégias para promover a adesão à imunização e a ampliação da cobertura vacinal no Brasil.</p> 2022-01-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Juan Felipe Galvão da Silva, Janinne Boaventura de Oliveira Silva, Ludmila Raynner Carvalho Alves, Marina Isabela de Paula Sousa, Edlaine Faria de Moura Villela, Fábio Morato de Oliveira https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37293 Evolução na vigilância laboratorial do Haemophilus influenzae nas meningites e pneumonias bacterianas, por PCR em tempo real, no Estado de São Paulo (2010-2019) 2022-05-19T16:50:14-03:00 Maria Gisele Gonçalves bepa@saude.sp.gov.br Fábio Takenori Higa bepa@saude.sp.gov.br Fábio Takenori Higa bepa@saude.sp.gov.br Lucila Okuyama Fukasawa bepa@saude.sp.gov.br Layla Degaulle Alves Barros bepa@saude.sp.gov.br Maristela Marques Salgado bepa@saude.sp.gov.br <p>Haemophilus influenzae (Hi) é um importante patógeno causador de meningites (MB) e pneumonias bacterianas (PB), principalmente em países onde a imunoprevenção é precária ou inexistente. O Hi é classificado em tipáveis (sorotipos a, b, c, d, e, f) e não tipáveis (HiNt), de acordo com a presença ou ausência da cápsula polissacarídica, respectivamente. A cápsula é o principal fator de virulência dos Hi e o gene bexA, responsável pela sua expressão, é comumente empregado na detecção molecular e vigilância das MB e PB causadas por Hi. Em 2010, o Instituto Adolfo Lutz (IAL) implantou a PCR em tempo real (qPCR) empregando esse alvo genético para a detecção de Hi. Entretanto, relatos de falha na detecção de alguns Hi encapsulados e HiNt motivaram a substituição do gene alvo para essa bactéria. Desta forma, em agosto de 2012, o IAL fez a substituição do bexA pelo alvo genético hpd no ensaio de qPCR, permitindo a detecção de Hi tipáveis e não tipáveis. Neste estudo, avaliamos o impacto da substituição do alvo genético na vigilância das MB e PB analisando o emprego do alvo genético bexA, no período de 2010 a julho de 2012, em comparação com o emprego do hpd, de agosto de 2012 a 2019. Esta substituição promoveu a melhoria na detecção de variantes não vacinais de Hi nas MB e PB em 37% e 23%, respectivamente, com predomínio de Hia e HiNt, contribuindo para o aprimoramento da vigilância laboratorial...(AU)</p> 2022-01-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Maria Gisele Gonçalves, Fábio Takenori Higa, Fábio Takenori Higa, Lucila Okuyama Fukasawa, Layla Degaulle Alves Barros, Maristela Marques Salgado https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/38085 Varicela: vigilância epidemiológica e imunoprofilaxia 2022-08-15T15:21:20-03:00 Marcela Rodrigues da Silva dvresp@saude.sp.gov.br Pamella Cristina de Carvalho Lucas dvresp@saude.sp.gov.br Angela Tiemi Tanamachi dvresp@saude.sp.gov.br Bernadete de Lourdes Liphaus dvresp@saude.sp.gov.br Ana Lucia Frugis Yu dvresp@saude.sp.gov.br Teresa França Nascimento Pinto bepa@saude.sp.gov.br Helena Keico Sato divimuni@saude.sp.gov.br Sonia Massako Nomura Babá divimuni@saude.sp.gov.br Eder Gatti Fernandes divimuni@saude.sp.gov.br Maria Gomes Valente divimuni@saude.sp.gov.br Maria Lígia Bacciotte Ramos Nerger divimuni@saude.sp.gov.br Núbia Virginia D'Avila Limeira de Araujo divimuni@saude.sp.gov.br Telma Regina Marques Pinto Carvalhanas dvresp@saude.sp.gov.br 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Marcela Rodrigues da Silva, Pamella Cristina de Carvalho Lucas, Angela Tiemi Tanamachi, Bernadete de Lourdes Liphaus, Ana Lucia Frugis Yu, Teresa França Nascimento Pinto, Helena Keico Sato, Sonia Massako Nomura Babá, Eder Gatti Fernandes, Maria Gomes Valente, Maria Lígia Bacciotte Ramos Nerger, Núbia Virginia D'Avila Limeira de Araujo, Telma Regina Marques Pinto Carvalhanas https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37325 Ampliação do Programa de Controle do Tabagismo de São Paulo desenvolvido pelo Centro de Referência de Álcool, Tabaco e outras Drogas (CRATOD): planejamento estratégico, articulação intersetorial e normativas 2022-03-17T19:48:48-03:00 Sandra Silva Marques bepa@saude.sp.gov.br Maíra Rebouças Valença dos Santos bepa@saude.sp.gov.br Ellis Ferreira Camacho Jorge bepa@saude.sp.gov.br Marcelo Ribeiro de Araújo bepa@saude.sp.gov.br 2022-03-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Sandra Silva Marques, Maíra Rebouças Valença dos Santos, Ellis Ferreira Camacho Jorge, Marcelo Ribeiro de Araújo https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37297 Perfil da população adulta quanto ao consumo de álcool segundo dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) – São Paulo, nas edições 2012/2013, 2014 e 2020 2022-05-19T16:52:43-03:00 Jane H. Atobe bepa@saude.sp.gov.br Marcelo Klinger bepa@saude.sp.gov.br Golda Schwartzman bepa@saude.sp.gov.br Marco Antonio de Moraes bepa@saude.sp.gov.br 2021-12-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Jane H. Atobe, Marcelo Klinger, Golda Schwartzman, Marco Antonio de Moraes https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37323 O que você precisa saber sobre influenza? 2022-03-17T19:29:43-03:00 Liphaus Bernadete L Liphaus bepa@saude.sp.gov.br Pamella Lucas bepa@saude.sp.gov.br Ana LF Yu bepa@saude.sp.gov.br Telma RMP Carvalhanas bepa@saude.sp.gov.br 2022-03-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Liphaus Bernadete L Liphaus, Pamella Lucas, Ana LF Yu, Telma RMP Carvalhanas https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37324 Grupo de Enfrentamento à Morte Materna e Infantil: uma estratégia do Comitê Estadual de Vigilância à Morte Materna Infantil e Fetal da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo 2022-03-17T19:46:07-03:00 Adriana Dias bepa@saude.sp.gov.br Edlaine Faria de Moura Villela bepa@saude.sp.gov.br Regiane Cardoso de Paula bepa@saude.sp.gov.br <p>O Grupo de Enfrentamento à Morte Materna Infantil da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, formado em 2018, teve suas atividades retomadas em 2019 e vem trabalhando para ampliar a qualificação dos serviços ofertados e a produção do cuidado<br />no âmbito do Ciclo gravídico, puerperal e puericultura. O Estado de São Paulo entendendo a problemática da morte materna, infantil e fetal envolve diferentes atores que visam garantir que as políticas estaduais sejam executadas. O objetivo deste informe técnico é<br />apresentar o Plano de Trabalho de 2022 que trata do trabalho junto aos Departamentos Regionais de Saúde e seus respectivos diretores.</p> 2022-03-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Adriana Dias, Edlaine Faria de Moura Villela, Regiane Cardoso de Paula https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37295 Meningites Parasitárias e por Fungos: Diagnóstico e Caracterização Laboratorial dos Agentes Etiológicos 2022-05-19T16:53:32-03:00 Bernadete L. Liphaus bepa@saude.sp.gov.br Lucas Xavier Bonfietti bepa@saude.sp.gov.br Pedro Luiz Silva Pinto bepa@saude.sp.gov.br Leyva Cecília Vieira de Melo bepa@saude.sp.gov.br Telma RMP Carvalhanas bepa@saude.sp.gov.br 2022-01-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Bernadete L. Liphaus, Lucas Xavier Bonfietti, Pedro Luiz Silva Pinto, Leyva Cecília Vieira de Melo, Telma RMP Carvalhanas https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37846 Informe epidemiológico da vigilância das paralisias flácidas agudas/poliomielite: de 2019 a 2021 2022-07-08T10:25:01-03:00 Alessandra Lucchesi de Meneses Xavier Franco bepa@saude.sp.gov.br Tatiana Lang D’Agostini bepa@saude.sp.gov.br Rafael Gomes Souza bepa@saude.sp.gov.br Juliana Monti Maiffrino Dias bepa@saude.sp.gov.br Murylo Gustavo Candido Rocha bepa@saude.sp.gov.br Vitoria Oliveira de Souza bepa@saude.sp.gov.br Maria Carla da Silva bepa@saude.sp.gov.br 2022-07-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Alessandra Lucchesi de Meneses Xavier Franco, Tatiana Lang D’Agostini, Rafael Gomes Souza, Juliana Monti Maiffrino Dias, Murylo Gustavo Candido Rocha, Vitoria Oliveira de Souza , Maria Carla da Silva https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37805 Informe epidemiológico: primeiros casos confirmados de monkeypox 2022-07-01T14:00:25-03:00 Regiane A. Cardoso de Paula bepa@saude.sp.gov.br Karoline Rodrigues Campos bepa@saude.sp.gov.br Claudio Tavares Sacchi bepa@saude.sp.gov.br Ariadne Ferreira Amarante bepa@saude.sp.gov.br Noemi Nosomi Taniwaki bepa@saude.sp.gov.br Gislene Mitsue Namiyama Nishina bepa@saude.sp.gov.br Sonia Maria Pereira de Oliveira bepa@saude.sp.gov.br Tatiana Lang D’Agostini bepa@saude.sp.gov.br Walkiria Delnero Almeida Prado bepa@saude.sp.gov.br Michele Higa Froes bepa@saude.sp.gov.br Denise Piccirillo Barbosa da Veiga bepa@saude.sp.gov.br Gizelda Katz bepa@saude.sp.gov.br Lidia Maria Reis Santana bepa@saude.sp.gov.br Simone Fargetti bepa@saude.sp.gov.br Ernesto Figueiredo bepa@saude.sp.gov.br Adriana Bugno bepa@saude.sp.gov.br Adriano Abbud bepa@saude.sp.gov.br 2022-07-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Regiane A. Cardoso de Paula https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37729 Cuidados integrais à população trans: o que cabe ao atendimento na atenção primária à saúde (APS)? 2022-06-21T12:45:55-03:00 Sérgio Henrique Pires Okano bepa@saude.sp.gov.br 2022-06-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Sérgio Henrique Pires Okano https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37459 Condução de veículos motorizados após consumo de bebidas alcoólicas segundo dados da pesquisa Vigitel-SP, edições 2012/2013, 2014 e 2020 2022-04-28T10:54:01-03:00 Marcelo Klinger bepa@saude.sp.gov.br Jane Harumi Atobe bepa@saude.sp.gov.br Marco Antonio de Moraes bepa@saude.sp.gov.br 2022-04-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Marcelo Klinger, Jane Harumi Atobe, Marco Antonio de Moraes https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37342 Práticas baseadas em Mindfulness (on-line) para profissionaisde unidades de saúde do Estado de São Paulo no contexto da pandemia COVID-19 2022-03-22T11:07:18-03:00 Emi Shimma bepa@saude.sp.gov.br 2022-03-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Emi Shimma https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37799 18 de maio – Dia da Luta Antimanicomial Reforma psiquiátrica e luta antimanicomial: não há o que temer 2022-06-29T10:08:57-03:00 Khrysantho Muniz bepa@saude.sp.gov.br 2022-06-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Khrysantho Muniz https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37329 O trabalho da CCD em 2021 2022-05-19T16:54:13-03:00 Kátia Rocini bepa@saude.sp.gov.br Rafael Massi Montagnini bepa@saude.sp.gov.br 2022-03-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Kátia Rocini, Rafael Massi Montagnini