As vozes que ecoam: mulheres, ressentimentos e saúde mental

Autores

  • Rachel Gouveia Passos Professora do Curso de Serviço Social do Centro Universitário Italo Brasileiro; Especialista em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP – FIOCRUZ); Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Política Social da Universidade Federal Fluminense; Militante do Movimento da Luta Antimanicomial. https://orcid.org/0000-0003-2267-0200

DOI:

https://doi.org/10.47692/cadhistcienc.2010.v6.35783

Palavras-chave:

mulheres, loucura, Reforma Psiquiátrica, movimento da Luta Antimanicomial, Historia da Saúde Pública

Resumo

O presente trabalho visa analisar os sentimentos que moveram a participação social do familiar/cuidador da pessoa em sofrimento psíquico, dando destaque às mulheres como agentes de mobilização e organização no movimento da luta antimanicomial.

Referências

Amarante, PDC (org.). Loucos pela Vida: A Trajetória da Reforma Psiquiátrica no Brasil. Rio de Janeiro: SNE / ENSP, 1995.
Amarante, PDC. Saúde Mental e Atenção Psicossocial. Rio de Janeiro: Ed. FIOCRUZ, 2007.
Ansart, P. História e Memória dos Ressentimentos. In: Bresciani, S. & NAXARA, M. (orgs.). Memória e (Res)Sentimento: Indagações sobre uma questão sensível, edição. Campinas, São Paulo: Ed. UNICAMP, 2004.
Bresciani, S. & Naxara, M. (orgs.). Memória e (Res)Sentimento: Indagações sobre uma questão sensível. 2ª edição. Campinas, São Paulo: Ed. UNICAMP, 2004.Costa, JF. História da Psiquiatria no Brasil: um corte ideológico. 5ª edição. Rio de Janeiro: Ed. Garamond, 2007.
Costa, SG. Signos em Transformação: a dialética de uma cultura profissional. São Paulo: Ed. Cortez, 1995.
Costa, SG. Proteção social, maternidade transferida e lutas pela saúde reprodutiva. Florianópolis: Revista Estudos Feministas, v. 10, n. 2, 2002. Disponível em <http://www.scielo.br>. Acessado em 30/09/2009.
Couto, RCCM. Eugenia, Loucura e Condição Feminina. Caderno de Pesquisa, São Paulo, n.90, agost. 1994, p.52-61. Disponível em <http:// www.fcc.org.br/pesquisa/publicacoes/cp/arquivos/882.pdf>. Acesssado em 11/06/10.
Diaz, FS. Os Movimentos Sociais na Reforma Psiquiátrica: O ‘Novo’ na História da Psiquiatria do Brasil. Rio de Janeiro. Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz – FIOCRUZ, 2008.
Freire, MML. Ser mãe é uma ciência: mulheres, médicos, e a construção da maternidade científica na década de 1920”. Revista História, Ciências e Saúde. Vol. 15 supl., Manguinhos, Rio de Janeiro, 2008.
Freitas, RCS. Em nome dos filhos, a formação de redes de solidariedade: algumas reflexões a partir do caso Acari. Revista Serviço Social e Sociedade, n. 71, São Paulo: Cortez, 2002.
Garcia, CC. Ovelhas na Névoa: um estudo sobre as mulheres e a loucura. Rio de Janeiro: Ed. Rosa dos Tempos,1995.
Hunt, L. A Invenção dos Direitos Humanos: uma história. Tradução de R. Eichenberg. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
Perrot, MF. A História das Mulheres. Cultura e Poder das Mulheres: ensaio de historiografia. Niterói/RJ: Revista Gênero, v.2, n.1. 2º semestre de 2001.
Touraine, A. O mundo das mulheres. Petrópolis: Ed. Vozes, 2007.
Vasconcelos, EM. Abordagens Psicossociais – Reforma Psiquiátrica e Saúde Mental na ótica da Cultura e das Lutas Populares. Vol.II. São Paulo: Editora Hucitec, 2008.

Downloads

Publicado

2010-06-30

Como Citar

Passos, R. G. (2010). As vozes que ecoam: mulheres, ressentimentos e saúde mental. Cadernos De História Da Ciência, 6(1), 129–140. https://doi.org/10.47692/cadhistcienc.2010.v6.35783