Direito à saúde, auditorias cívicas e sustentabilidade no Sistema Nacional de Saúde na Itália

Autores

  • Marco Meneguzzo é economista e professor da Università di Roma Tor Vergata (Itália) nas disciplinas de Management pubblico e non profit e Management sanitário. Participou de projetos da Cooperação Italiana realizados no Brasil no início dos anos 1990, como o realizado em Salvador (BA) para a implantação de distritos sanitários e sistemas locais de saúde.
  • Glória Fiorani é PhD em Public Manager e Assistant Researcher em Management Pubblico e Management Sanitário na Università di Roma Tor Vergata (Itália)
  • Tania Margarete Mezzomo Keinert é administradora com especialização em Administração Municipal e Regional pela Universidade de Haifa (Israel) e em Economia Pública pela Universidade Bocconi (Itália). É mestre e doutora em Administração Pública (FGV\SP) com Pós-Doutorado em Gestão da Qualidade de Vida na Universidade do Texas/Austin (EUA). É pesquisadora científica III do Instituto de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e participante do Projeto de Pesquisa “Fundamentos Sociais e Jurídicos do Direito à Saúde” (IS\USCS\UNIP).

DOI:

https://doi.org/10.52753/bis.2010.v12.33769

Palavras-chave:

Sistema Nacional de Saúde Italiano, federalismo sanitári, controle social

Resumo

O artigo faz um histórico da construção do Sistema Nacional de Saúde Italiano e a posterior estruturação de Sistemas Regionais de Saúde naquele país, que conta com um sistema unitário regionalizado e que está implantando o federalismo sanitário desde os anos 1990. Descreve os impactos da crise financeira que recentemente se abateu sobre a Europa e coloca a experiência exitosa de Auditoria Cívica como a única possibilidade de garantir o Direito à Saúde num contexto de escassez de recursos.

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Referências

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Publicado

2010-12-31

Como Citar

Meneguzzo, M., Fiorani, G., & Keinert, T. M. M. (2010). Direito à saúde, auditorias cívicas e sustentabilidade no Sistema Nacional de Saúde na Itália. BIS. Boletim Do Instituto De Saúde, 12(3), 300–306. https://doi.org/10.52753/bis.2010.v12.33769

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