Educação permanente em saúde em região de municípios de pequeno e médio porte
artigo (Português (Brasil))

Palabras clave

Educação permanente em saúde; Política nacional de educação permanente; Formação e desenvolvimento profissional em saúde

Cómo citar

Miyamoto, G. A., Fantini Nogueira-Martins, M. C., & Bianconcini Trindade, M. A. (2014). Educação permanente em saúde em região de municípios de pequeno e médio porte: desafios e potencialidades. Boletim Do Instituto De Saúde - BIS, 15(supl.), 80–86. Recuperado a partir de https://periodicos.saude.sp.gov.br/bis/article/view/37354

Resumen

Avaliação da implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) tem mostrado que o êxito dessa política para consolidação do SUS está fortemente relacionado à conformação e a capacidades dos Colegiados de Gestão Regional (CGR) e das Comissões de Integração Ensino-Serviço (CIES) de se articularem e consolidarem o processo descentralizado de gestão e de se fortalecerem com auxílio da qualifi cação dos profi ssionais de saúde. Com o objetivo de verifi car os desafi os e potencialidades no processo de impl ementação da PNEPS, este trabalho estuda a percepção dos profi ssionais de saúde participantes do Núcleo de Educação Permanente (NEP) dos CGR de Itapetininga – SP, mediante a análise de sete entrevistas. A partir do procedimento de análise, emergiram sete categorias: o conceito de Educação Permanente e sua dinamicidade; a forma de ingresso no NEP; as atividades realizadas no ambiente de trabalho; as difi culdades enfrentadas na prática local; as sugestões para melhoria; a elaboração dos Planos de Ação Regional de Educação Permanente em Saúde (PAREPS): expectativas, resultados e potencialidades; as transformações pessoais oriundas do envolvimento com o processo. A fala dos entrevistados sugeriu algum avanço na EPS na região, em especial quanto à formação de articuladores, reafi rmando a importância da formação para o desenvolvimento profi ssional como política para sustentabilidade do SUS.

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