A criança pequena e a relação com o mundo microbiano
Capa da revista Cadernos de história da ciência com ilustração de uma serpente Bothrops moojeni sobre fundo laranja.
PDF (Português (Brasil))

Palabras clave

ensino de ciências
museu de ciências
criança pequena e microrganismos

Cómo citar

Iszlaji, C., Cerqueira, A., Freitas, C. K. de, Marcondes, M., Angelo, R. M. de, & Inglez, G. C. (2014). A criança pequena e a relação com o mundo microbiano. Cadernos De História Da Ciência , 10(2), 174–194. https://doi.org/10.47692/cadhistcienc.2014.v10.33922

Resumen

Os museus de ciências vêm estruturando suas ações educativas para os diferentes públicos, garantindo a acessibilidade a todo e qualquer cidadão. O Museu de Microbiologia, pensando no público infantil, elaborou a atividade “A descoberta de Sofia ao mundo invisível dos micróbios”, para crianças de até 6 anos, oferecida na programação de férias do Instituto Butantan em julho/2015. O objetivo da proposta foi investigar, ao longo da atividade, a compreensão das crianças sobre os microrganismos e sua relação com seu cotidiano, por meio de diferentes estratégias como contação de história, roda de conversa e desenho. A observação durante toda a atividade, a interação durante a contação e a análise das falas e dos desenhos, com as devidas explicações pelos pequenos, evidenciaram que as crianças conseguiram relacionar o conteúdo abordado com suas vivências, transpondo seus conhecimentos prévios e suas interpretações, sugerindo que houve um processo de aprendizagem.

https://doi.org/10.47692/cadhistcienc.2014.v10.33922
PDF (Português (Brasil))

Citas

Alves-Mazzotti AJ, Gewandsnajder F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1999.
Bizerra A et al. Crianças pequenas e seus conhecimentos sobre microrganismos. In: VII Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, 7, 2009, Florianópolis. Anais do VII ENPEC, Florianópolis: FaE UFMG, 2009. [internet]. [Acessado em 07/06/2016]. Disponível em: http://posgrad.fae.ufmg.br/posgrad/viienpec/pdfs/472.pdf.
Bogdan R, Bilken S. Investigação qualitativa em educação. Porto: Editora Porto, 1994. Borba AM. A brincadeira como experiência de cultura na educação infantil. Rev. Criança. Brasília, 2007, n(44): 12-14. [internet]. [Acessado em 07/06/2016]. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Educinf/revista44.pdf.
Brasil. Ministério da Educação. Secretária da Educação Básica. Diretrizes urriculares nacionais para educação infantil. Brasília: MEC/SEB (2010).
Brasil. Ministério da Educação e Desporto. Secretária da Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998, 270p.
Carabetta Jr. V. Uma abordagem sócio-interacionista para o ensino de ciências na pré-escola. In: IV Encontro Perspectivas do Ensino de Biologia, 1997, São Paulo, Coletânea. São Paulo: FEUSP, 1997.
Castro ST. O museu e o ensino de ciências na educação infantil: experiências do museu oceanográfico – Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo. In: IV Encontro Perspectivas do Ensino de Biologia. São Paulo, 2000, São Paulo. Coletânea. São Paulo: FEUSP, 2000.
Cavalcanti Z. (Coord.) Trabalhando com história e ciência na pré-escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
Colinvaux D. Ciências e crianças: delineando caminhos de uma iniciação às ciências para crianças pequenas. Contrapontos. Itajaí; jan. / abr. 2004; v(4), n(1): 105-123.
Dominguez CRC. Rodas de ciências na Educação Infantil: um aprendizado lúdico e prazeroso. Dissertação de mestrado, Universidade de São Paulo, Faculdade de Educação, São Paulo, 2001.
______. Desenhos, palavras e borboletas na Educação Infantil: brincadeiras com as ideias no processo de significação sobre os seres vivos. Tese (Doutorado em Educação). Universidade de São Paulo, Faculdade de Educação, São Paulo, 2006.
______. Quando professoras de Educação Infantil “brincam com as ideias” para aprender a ensinar ciências. In: Barzano MAL, Fernandes JAB, Fonseca LCS, Shuvartz M (Orgs.) Ensino de Biologia: experiências e contextos formativos. Goiânia: Índice Editora, 2014, pp.103-116.
Fagionato-Ruffino S. Pensando as ciências nas séries iniciais a partir das crianças. In: Barzano MAL, Fernandes JAB, Fonseca LCS, Shuvartz M. (Orgs.). Ensino de Biologia: experiências e contextos formativos. Goiânia: Índice Editora, 2014, pp.117-132.
Franco MT et al. Aprendizagem em museus de ciências: o pequeno visitante no Museu de Microbiologia. Relatório de Pesquisa, Fapesp, 2012.
Gobbi MA, Pinazza MA. Linguagens infantis: convite à leitura. In: ______ (Orgs.) Infância e suas linguagens. São Paulo: Cortez, 2014, pp.11-19.
Goulart M. Conhecimento do mundo natural e social: desafios para a educação infantil. Rev. Criança. Brasília, abr. 2005, n(39): 25-29 [internet]. [Acessado em 07/06/2016] Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rev_crian_39.pdf.
Kawasaki CS. Calendário biológico: uma experiência pedagógica desenvolvida na creche carochinha do campus da USP de Ribeirão Preto. In: IV Encontro Perspectivas do Ensino de Biologia. São Paulo, 2000. Coletânea. São Paulo: FEUSP, 2000.
Leite MI. Linguagens e autoria: registro, cotidiano e expressão. In: Ostetto LE, Leite MI. Arte, infância e formação de professores: autoria e transgressão. 3.ed. Campinas: Papirus, 2004, pp.25-39.
Leporo N. Micróbios na Educação Infantil: o que as crianças pensam sobre os microrganismos? In: VII Encontro Nacional de Pesquisa em Educação
em Ciências, 7, 2009, Florianópolis. Anais do VII ENPEC. Florianópolis: FaE UFMG, 2009. [internet]. [Acesso em 7/06/2016]. Disponível em: http://posgrad.fae.ufmg.br/posgrad/viienpec/pdfs/396.pdf.
Lima MECC, Maués E. Uma releitura do papel da professora das séries iniciais no desenvolvimento e aprendizagem de ciências das crianças. Ensaio. Belo Horizonte; dez. 2006; v(8) n(2): 161-175.
Meirinhos M, Osório A. O estudo de caso como estratégia de investigação em educação. EDUSER – Revista de educação. Bragança, 2010, v.(2), n(2): 49-65.
Moraes TSV. O desenvolvimento de processos de investigação científica para o 1º ano do Ensino Fundamental. Tese (Doutorado em Educação), Universidade de São Paulo, Faculdade de Educação, São Paulo, 2015.
Oliveira G. Conceituando digestão na educação infantil. In: IV Encontro Perspectivas do Ensino de Biologia. São Paulo, 7, 2000, São Paulo. Coletânea. São Paulo: FEUSP, 2000.
Queiroz NLN, Maciel, DA, Branco AU. Brincadeira e desenvolvimento infantil: um olhar sociocultural construtivista. Paidéia. Ribeirão Preto, 2006, v(16), n(34): 169-179.
Scarpa D, Trivelato SLF. Aula de ciências sob um olhar vygotskyniano e bakhtiniano: será que golfinho é peixe? In: Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, 3, 2001, Atibaia. Atas do III ENPEC. Porto Alegre: UFRGS, CD-ROM, 2001.
Vygotsky LS. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
______. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
Yin R. Estudo de caso. Planejamentos e métodos. Porto Alegre: Bookman, 2005.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Métricas

Cargando métricas ...