Resumo
O Boletim do Instituto Adolfo Lutz (BIAL), uma das publicações da Instituição, tem por objetivo publicar matérias relacionadas a temas de interesse em Saúde Pública, na forma de relatos sucintos de investigações e suas ações laboratoriais, informações de levantamento de dados de registros dos Laboratórios do Instituto, notas sobre temas da atualidades e comentários críticos sobre livros e artigos científicos relacionados às diferentes áreas de atuação do IAL.
Uma outra divulgação, de suma importância, refere-se às premiações recebidas pelos funcionários da Instituição por trabalhos relevantes em suas áreas de atuação.
Nesta edição, o Corpo Editorial do BIAL cumprimenta a equipe do Laboratório de Citologia Oncótica do Núcleo de Anatomia Patológica, do Centro de Patologia, por terem sido agraciados com o Prêmio “Menção Honrosa” na categoria Excelência em Gestão Pública da 7ª edição do Prêmio Governador Mário Covas (2011) com o trabalho intitulado: “Monitoramento externo de qualidade: experiência de 10 anos no Laboratório de Citologia Oncótica do Instituto Adolfo Lutz.” Parabéns a todos.
Como estou me despedindo em virtude de minha aposentadoria em breve, deixo um artigo que achei interessante e muito bom para reflexão, de Max Gehringer.
AMIGOS DE CARREIRA...
Aos meus amigos de coração e profissionais. Existem cinco estágios em uma carreira
1."O primeiro estágio é aquele 1. em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.
2. No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo, ‘José de contas a pagar.’
3. No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. ‘José da usina tal.’
4. No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: ‘José, Gerente da usina tal.’
5. Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o José passam a se referir a ele como ‘o meu amigo José, Gerente da usina tal’. Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, ‘um amigo profissional’.
Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional. Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita. Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro. Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam favores. Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha. É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional. Mas é bom não confundir uma coisa com a outra. Amigos profissionais são necessários. Amigos de verdade, indispensáveis. Imagine você um dia descobrir que tinha bem mais amigos do seu cargo do que da sua pessoa! Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores e não de profissionais.
Por isso, preservem as amizades verdadeiras porque os amigos da tua posição desaparecerão, os amigos da sua pessoa permanecerão do teu lado.”
Max Gehringer
Abraços a todos e agradecimentos ao Corpo Editorial pela colaboração e pela preciosa e imprescindível ajuda a todo instante, da amiga Rocely A. Bueno Moita, do Núcleo de Acervo do IAL.
Domingas M. A. G. Vieira Torres
Coordenadora do BIAL

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