Milho recém-colhido no Brasil: interação da microbiota fúngica, fatores abióticos e ocorrência de fumonisinas

Autores

  • Adriana P. de Almeida Instituto Adolfo Lutz , Divisão de Bromatologia e Química, Seção de Química Biológica, São Paulo, SP
  • Myrna Sabino Instituto Adolfo Lutz , Divisão de Bromatologia e Química, Seção de Química Biológica, São Paulo, SP
  • Homero Fonseca Universidade de São Paulo, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba, SP
  • Benedito Corrêa Universidade de São Paulo, Instituto de Ciências Biomédicas, Departamento de Microbiologia, São Paulo, SP

DOI:

https://doi.org/10.53393/rial.2005.64.33026

Palavras-chave:

fumonisinas, grãos de milho, microbiota fúngica, fatores abióticos

Resumo

O milho, no Brasil, tem um importante papel, tanto na nutrição humana quanto animal. Atualmente, o país é o terceiro maior produtor mundial, após Estados Unidos e China, tendo sua produção ficado, nos últimos anos, em torno de 48,3 milhões de toneladas. Em termos de distribuição geográfica, o milho é cultivado em diversas regiões do país, sendo a região Centro-Sul responsável por mais de 95% da produção. A importância não se restringe apenas ao seu volume, mas também ao papel sócio-econômico desempenhado, cuja produção e comercialização sustenta centenas de milhares de pessoas. A contaminação do milho por espécies de Fusarium, na etapa de pré-colheita, tem sido um problema sério em vários países. Espécies pertencentes a esse gênero possuem ampla distribuição na natureza e produzem micotoxinas, metabólitos secundários tóxicos. O fato, ressalta a importância de se compreender os processos de contaminação do milho brasileiro por F. verticillioides, principal espécie produtora de fumonisinas, visando o desenvolvimento de estratégias de controle capazes de minimizar as perdas econômicas e possíveis problemas à saúde humana e animal. A revisão propõe fornecer informações atuais sobre a microbiota fúngica de grãos de milho recém-colhido e sua interação com os fatores abióticos e presença de fumonisinas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

1. Ominski KH, Marquardt RR, Sinha RN, Abranson, D. Ecological aspectsof growth and mycotoxin production by storage fungi. In: Miller JD,Trenholm HL, editors. Mycotoxins in Grains: compounds other thanaflatoxins. St Paul, Eagan Press, 1994. p.287-312.

2. Mills JT. Ecology of mycotoxigenic Fusarium species on cerealseeditors. J Food Protect 1989; 52:737-42.

3. Christensen CM, Kaufmann HH. Grain storage: The role of fungiquality loss. Minneapolis, University Minessota Press;1969.

4. Fancelli AL. Plantas alimentícias: guia para aula, estudos e discussão.Centro Acadêmico Luiz de Queiroz. ESALQ / USP; 1986.

5. Joint,Fao/Who/ Unep. Conference on mycotoxins, Global Perspectiveon mycotoxins. Nairobi, WHO; 1977.

6. Bull LT, Cantarella H. Cultura do milho: fatores que afetam aprodutividade. Piracicaba, Potafos, 1993.

7. Moricochi L, Ferreira CR, Vicente JR, Piva LHO. Potencial de produçãoe produtividade da agricultura paulista. Agricultura, São Paulo 1989;36: 127-48.

8. Almeida Lima V. Industrialização do milho. In: Fancelli, L.A., Lima,V.A, editors. Milho: produção, pré-processamento e transformaçãoagroindustrial. São Paulo, Secretaria da Indústria, Comércio, Ciência eTecnologia, 1983. p.77-112.

9. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Produção AgrícolaMunicipal 2003. (http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/pam/2003/default.shtm) 25/11/04.

10. Moura PAM, Oliveira ACS Aspectos econômicos da cultura do milho.Informe Agropecuário, 6 (72) dez, 1980.

11. Nogueira-Júnior S, Nogueira EA, Tsunechiro A. Consideração sobre aagroindústria do milho. São Paulo, Instituto Econômico de Agricultura,1987; 27, p.1-18. (Relatório de Pesquisa).

12. EMBRAPA. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. EMBRAPAMilho e Sorgo. (http://www.cnpms.embrapa.br/index.php3)

13. Pedrosa AVB, Dezen RB. O milho: características do mercado eperspectivas. Preços Agríc. 1991; 55: 1-4.

14. Fancelli AL. Tecnologia da Produção. In: Fancelli, LA, Lima, VA,editors. Milho - produção, pré-processamento e transformaçãoagroindustrial. São Paulo, Secretaria da Agricultura e Comércio, Ciênciae Tecnologia, 1983. p.1-68.

15. Carvalho F, Ferreira C, Tsunechiro A, Freitas S. Avaliação econômicadas perdas pós-colheita de milho no Brasil. In: Congresso Nacional deMilho e Sorgo,18. Vitória, 1990. p.8-13.

16. Christensen CM, Sauer DB. Mycoflora: In: Christensen, C.M, editor.Storage of cereal grains and their products. Minessota, AmericanAssociation of Cereal Chemists, 1982, p.219-40.

17. Hill RA, Wilson DM, McMillian WW, Widstron NW, Cole RJ, SandersTH, Blankenship PD. Ecology of the Aspergillus flavus group andaflatoxin formation in corn and groundnut. In: Lacey J ed.Trichotecenes and other mycotoxins. Chichester: Wiley J, Publisher;1985.

18. Sutton JC. Epidemiology of wheat head blight and maize ear rot causedby Fusarium graminearum. Can J Plant Pathol 1982; 4: 195-209.

19. Miller JD. Epidemiology of Fusarium ear diseases of cereals. In: MillerJD, Trenholm HL, editors. Mycotoxins in Grain. St. Paul: EaganPress; 1994. p.19-36.

20. World Bank Report. Investing in Health. World Development Report1993. New York, NY, Oxford University Press, 1993.

21. Abbas HK, Mirocha CJ, Meronuck RA, Pokorny JD, Gould SL,Kommedahl T. Mycotoxins and Fusarium species associated withinfected ears of corn in Minnesota. Appl Environ Microbiol 1988;54: 1930-3.

22. Snijders CHA. Breeding for resistence to Fusarium in wheat and maize.In: Miller JD, Trenholm HL, editors. Mycotoxins in Grain. St. Paul:Eagan Press; 1994. p.37-58.

23. Marasas WF, Kriek NPS, Wiggins VM, Steyn PS, Towers DK, HastiteTJ Incidence, geografic distribution and toxigenicity of Fusariumspecies South African corn. Phytopathology 1979; 69:1181-5.

24. Julian AM, Warring PW, Phillips SI, Medlock VFP, Macdonald MV,Río LE. Fungal contamination and selected mycotoxins in pre- andpost-harvest maize in Honduras. Mycopathologia 1995; 129:5-16.

25. Gonzalez HH, Resnik SL, Pacin AM. Mycoflora of freshly harvestedflint corn from Northwestern Provinces in Argentina. Mycopathologia2000; 155(4):207-11.

26. Ghiasian SA, Kord-Bacheh P, Rezayat SM, Maghsood AH, TaherkhaniH. Mycoflora of Iranian maize harvested in the main productionareas in 2000. Mycopathologia 2004; 58(1):113-21.

27. Salgado JM, Carvalho PCT. Fungos toxigênicos associados a cereais. I- Levantamento da microbiota do milho, trigo e arroz. Rev Microbiol1980; 11:60-3.

28. Meirelles MCA, Corrêa B, Fischman O, Gambale W, Paula CR, Chacon-Reche No et al. Mycoflora of the toxic feed associated with equineleukoencephalomalacia (ELEM) outbreaks in Brazil. Mycopathologia1994; 127:183-8.

29. Xavier JG, Brunner CHM, Sakamoto M, Corrêa B, Fernandes WE,Dias JLC. Equine leukoencephalomalacia: Report of five cases. Braz JAnim Sci 1991; 28:185-9.

30. Leoni LAB, Soares LMV. Desenvolvimento de uma metodologia paradeterminação e confirmação de moniliformina em milho. In: CongressoLatino de Micotoxicologia, 1. Encontro Nacional De Micotoxinas, 8.Anais. Rio de Janeiro, 1994. p.114-15.

31. Pozzi CR, Corrêa B, Gambale W, Paula CR, Chacon-Reche NO et al. Post-harvest and stored corn in Brazil: mycoflora interaction, abiotic factorsand mycotoxins occurrence. Food Addit Contam 1995; 12: 313-19.

32. Castro M.F, Soares LMV, Furlani RRZ. Mycoflora, aflatoxigenicspecies and mycotoxins in freshly harvested corn (Zea mays L.) : apreliminary study. Rev Microbiol 1995; 26: 289-95.

33. Ono EY, Sugiura Y, Homechin M, Kamogae M, Vizzoni E, Ueno Y etal. Effect of climatic conditions on natural mycoflora and fumonisinsin freshly harvested corn of the State of Parana, Brazil. Mycopathologia1999; 147(3):139-48.

34. Orsi RB, Corrêa B, Pozzi RC, Schammass E, Nogueira JR, Dias SMC etal. Mycoflora and occurrence of fumonisins in freshly harvested andstored hybrid maize. J Stored Prod Res 2000; 36:75-87.

35. Almeida AP, Corrêa B, Mallozzi MAB, Sawasaki E, Ortega EM.Mycoflora and aflatoxin/fumonisin production by fungal isolates fromfreshly harvested corn hybrids. J Braz Soc. Microbiol 2000; 31: 321-26.

36. Almeida AP, Corrêa B, Direito GM, Fonseca H, Fancelli AL, Ortega E.Mycoflora and fumonisin contamination in Brazilian corn from sowingto harvest. J Agric Food Chem 2002; 50:3877-82.

37. Ono EY, Sasaki EY, Hashimoto EH, Hara LN, Corrêa B, Itano ES,Sugiura T, Ueno Y, Hirooka EY. Post-harvest storage of corn: effectof beginning moisture content on mycoflora and fumonisincontamination. Food Addit Contam 2002; 19(11):1081-90.

38. Silva WJ Aptidão climática para a cultura do milho. InformeAgropecuário, 6 (72) dez. 1980.

39. Mossel DA, Ingram M. The physiology of the microbial spoilage offoods. J Appl Bacteriol 1955; 18:232-68.

40. Lacey J Water availability and the ocorrence of toxigenic fungi andmycotoxins in stored products. In: International Iupac SymposiumOn Mycotoxins And Phycotoxins, 6. Anais. Tokyo, 1988. p.186-89.

41. Lacey J, Ramakrishna N, Hamer A, Magan N, Marfleet C. Grain fungi.In: Arora DK, Mukerji KG, Marth EH, editors. Handbook of AppliedMicology: foods and feed. New York: Marcel Dekker, 1991.

42. Lacey J Pre - and post - harvest ecology of fungi causing spoilage offoods and other stored products. In: Moss MO, Jaruis B, Skinner FA,editors. Filamentous fungi in foods and feed. .Soc Appl Bacteriol Symp.,Ser., n.18 (suppl.):145, 1989.

43. Le Bars J, Le Bars P, Dupuy J, Boudra H, Cassini R. Biotic and abioticfactors in fumonisin B1 production and stability. JAOAC Int. 1994;77(2):517-21.

44. Cahagnier B, Melcion D, Richard-Molard D. Growth of Fusariumverticillioides and its biosynthesis of fumonisin B1 on maize grain as afunction of different water activities. Lett Appl Microbiol 1995; 20:247-51.

45. Marín S, Sanchis V, Vinas I, Canela R, Magan N. Effect of wateractivity and temperature on growth and fumonisin B1 and B2production by Fusarium moniliforme and Fusarium proliferatum onmaize grain. Lett Appl Microbiol 1995; 21:298-301.

46. Marín S, Magan N, Belli N, Ramos AJ, Canela R, Sanchis V. Two-dimensional profiles of fumonisin B1 production by Fusariummoniliforme and Fusarium proliferatum in relation to environmentalfactors and potential for modelling toxin formation in maize grain.Int J Food Microbiol 1999; 51(2-3):159-67.

47. Torres MR, Ramos AJ, Soler J, Sanchis V, Marin S. SEM study of wateractivity and temperature effects on the initial growth of Aspergillusochraceus, Alternaria alternata and Fusarium verticillioides on maizegrain. Scanning electron microscopy. Int J Food Microbiol 2003;81(3):185-93.

48. Bezuidenhout SC, Gelderblom WCA, Gorst-Allman CP, Horak RM,Marasas WFO, Spiteller G et al. Structure elucidation of the fumonisins, mycotoxins from Fusarium verticillioides .J Chem Soc. Chem Commun1988; 11:743.

49. Gelderblom WCA, Jaskiewicz K; Marasas WFO, Thiel PG, Horak RM;Vleggaar R et al. Fumonisins: novel mycotoxin with cancer-promotingactivity produced by Fusarium moniliforme. Appl Environ Microbiol1988; 54:1806-11.

50. Musser SM, Plattner RD. Fumonisin composition in culture ofFusarium verticillioides, Fusarium proliferatum and Fusariumnygamae. J Agric Food Chem 1997; 45: 1169-73.

51. Rheeder JP, Marasas WFO, Vismer HF. Production of fumonisinsanalogs by Fusarium species. Appl Env. Microbiol 2002; 68 (5):2101-05.

52. Haliburtom JC, Vesonder RF, Lock TF, Buck WB. Equineleukoencephalomalacia (ELEM): a study of Fusarium verticillioidesas an etiologic agent. Vet Hum. Toxicol. 1979; 21:348-51.

53. Marasas WFO, Kellerman TS, Gelderblom WCA, Cotzer JAW, ThielPG, Van Der Lugt JJ Leukoencephalomalacia in horse induced byfumonisin B1 isolated from Fusarium verticillioides. Onderstepoort. JVet Res 1988; 55:197-203.

54. Ross PF, Rice LG, Plattner RD, Osweiler GD, Wilson TM, Owens DLet al Concentrations of fumonisin B1 in feed associated with animalhealth problems. Mycopathologia 1991; 114:129-35.

55. Calvin BM, Harrison LR. Fumonisin induced pulmonary edema andhydrotorax in swine. Mycopathologia 1992; 117:79-82.

56. Harrison LR, Colvin BM, Greene JT. Pulmonary edema and hydrotoraxin swine produced by fumonisin B1, a toxic metabolite of Fusarium verticillioides. J Vet Diagn Invest 1990; 2:217-21.

57. Gelderblom WCA, Kriek NPJ, Marasas WFO, Thiel PG. Toxicity andcarcinogenic of the Fusarium verticillioides metabolite, fumonisin B1in rats. Carcinogenesis 1991; 12:1247-51.

58. Norred WP, Voss KA. Toxicity and role of fumonisin in animal diseasesand human esophageal cancer. Food Protect. 1994; 57:522-7.

59. Chu FS, Li GI. Simultaneous occurrence of fumonisin B1 and othermycotoxins in mould collected from the People’s Republic of Chinain regions with high incidence of esophageal cancer. Appl EnvironMicrobiol 1994; 60:847-52.

60. Rheeder JP, Marasas WFO, Thiel PG, Sydenham EW, Shephard GS,Van Schalkwyk DJ Fusarium verticillioides and the fumonisins in cornin relation to human esophageal cancer in Transkei. Phytopathology1992; 82:353-7.

61. Sydenham EW, Shephard GS, Thiel PG, Marasas WFO, StockenstromS. Fumonisin contamination of commercial corn-base human foodstuffs. J Agric Food Chem 1991; 39:2014-9.

62. IARC. Some naturally occurring substances: food items and constituents,heterocyclic aromatic aminesand mycotoxins. IARC. Monographson the evaluation of carcinogenic risks to humans. Lyon:, IARC;1993. v.56.

63. Sweeley CC. Sphingolipids. In: Vance DE, Vance JE, editors. Biochemistry of lipids, lipoproteins and membranes, Amsterdan,:Elsevier Science Publ; 1991. p.327-61.

64. Wang E, Norred WP, Bacon CW, Riley RT, Merril Jr AM. Inhibitionof sphingolipid biosynthesis by fumonisins. Implications for diseases associated with Fusarium verticillioides. J Biol Chem 1991; 266:1486-90.

65. Merril Jr AH. Cell regulation by sphingosine and more complexsphingolipids. J Bioenerg Biomembr 1991; 23: 83-104.

66. Norred WP, Wang E, Yoo H, Riley RT, Merril Jr AH. Toxicology offumonisins and mechanistic implications. Mycopathologia 1992; 117(1-2):73-8.

67. Ross PF, Nelson PE, Richard JL, Plattner RD, Rice LG, Osweiller GDet al. Production of fumonisin by Fusarium verticillioides and Fusariumproliferatum isolates associated with equine leukoencephalomalaciaand pulmonary edema syndrome in swine. Appl Environ Microbiol1990; 56:3224- 6.

68. Thiel PG, Marasas WFO, Sydenham GS, Gelderblom WCA, ShepardGS. The implications of naturally occurring levels of fumonisins incorn for human and animal health. Mycopathologia 1992; 117:3-9.

69. Nelson PE. Taxonomy and biology of Fusarium verticillioides. Mycopathologia 1992; 117:29-36.

70. Chen J, Mirocha CJ, Xie W, Hogge L, Olson D. Production of thefumonisin B1 by Alternaria alternata f. spp. lycopersici. Appl Environ Microbiol 1992; 58:3928-31.

71. Bacon CW, Nelson PE. Fumonisins production in corn by toxigenixstrains of Fusarium verticillioides and Fusarium proliferatum. J FoodProtect 1994; 57:514-21.

72. Sydenham EW, Thiel PG, Marasas WF, Shephard GS, Van SchalkwykDJ, Koch KR. Natural occurrence of some Fusarium mycotoxins incorn from low and high esophageal cancer prevalence areas of theTranskey, Southern Africa. J Agric Food Chem 1990; 38 (10):1900-3.

73. Murphy PA, Rice LG, Ross PF. Fumonisin B1, B2 and B3 content ofIowa, Wiscosin, and Illinois corn and corn screenings. J Agric FoodChem 1993; 41:263-6.

74. Fazekas B, Kis M, Tóthné Hajdú E. Data on the contamination ofmaize with fumonisin B1 and other fusariotoxins in Hungary. ActaVeterin. Hungarica 1996; 44:27-37.

75. Yoshizawa T, Yamashita A, Chokethaworn N. Occurrence offumonisins and aflatoxins in corn from Thailand. Food Addit Contam1996; 13 (2):163-8.

76. Hirooka EY, Shibata MM, Viotti NMA, Carvalho L, Takahashi LSA,Souza IF et al. Fumonisina: importância da nova micotoxina de Fusarium verticillioides em intoxicações animais no norte do Paraná. Rev Microbiol 1991; 22(1):312.

77. Meirelles MCA, Correa B, Fischman O, Gambale W, Paula CR, FonsecaH. Leucoencefalomalácia equina (LEME) no Brasil. II. Aspectos epizootiológicos e micotoxicológicos dos surtos ocorridos nos anosde 1988 a 1990. Rev Microbiol 1991; 22:316.

78. Yamaguchi MM, Hirooka EY, Shibata TMM, Hassegawa RH , AoyamaS, Sugiura T et al. Fumonisinas em milho no Estado do Paraná. Anaisdo Encontro de Micotoxinas, 7, São Paulo, 1992.

79. Hirooka EY, Yamaguchi MM, Aoyama S, Sugiura Y, Ueno Y. Thenatural occurrence of fumonisins in Brazilian corn kernels. Food Addit Contam 1996; 13:173-83.

80. Ono EYS. Microbiota fúngica, fumonisinas e efeitos da armazenagemem milho [Tese de Doutorado]. Londrina, Paraná: Universidade Estadual de Londrina, 1999. 137pp.

81. Machinski Jr M. Micotoxinas em cultivares de milho (Zea mays L.) eem produtos de milho: Avaliação da ocorrência e de fatores que contribuem para a produção no campo [Tese de Doutorado]. Campinas, São Paulo: Faculdade de Engenharia de Alimentos da UNICAMP, 2000.

82. Camargos SM, Valente Soares LM, Sawasaki E, Sordi G, Castro JL,Bortoletto N. Incidência de fumonisinas em cultivares de milho no Estado de São Paulo [Tese de Doutorado]. Campinas, São Paulo: Faculdade de Engenharia de Alimentos da UNICAMP, 2000.

83. Ono EY, Ono MA, Funo FY, Medinal AE, Oliveira TC, Kawamura Oet al. Evaluation of fumonisin-aflatoxin co-occurrence in Braziliancorn hybrids by ELISA. Food Addit Contam 2001; 18(8):719-29.

84. Ono EY, Fungaro MH, Sofia SH, Figueira EL, Gerage AC, Ichinoe M etal. Trends of fumonisin contamination and animal intoxication throughmonitoring 1991 to 1997 corn crop in the State of Parana, Brazil. Mycopathologia 2004; 158(4):451-5.

Downloads

Publicado

2005-01-03

Como Citar

1.
de Almeida AP, Sabino M, Fonseca H, Corrêa B. Milho recém-colhido no Brasil: interação da microbiota fúngica, fatores abióticos e ocorrência de fumonisinas. Rev Inst Adolfo Lutz [Internet]. 3º de janeiro de 2005 [citado 4º de março de 2024];64(1):1-9. Disponível em: https://periodicos.saude.sp.gov.br/RIAL/article/view/33026

Edição

Seção

ARTIGO DE REVISÃO

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

1 2 3 4 > >>