A pimenta do reino e seu extrato alcoólico
Capa da Revista do Instituto Adolfo Lutz, volume 17, 1957, com um desenho da fachada do prédio do instituto.
PDF (Português (Brasil))

How to Cite

1.
Bueno LA. A pimenta do reino e seu extrato alcoólico. Rev Inst Adolfo Lutz [Internet]. 1957 Feb. 4 [cited 2026 Jul. 26];17(1-2):55-8. Available from: https://periodicos.saude.sp.gov.br/RIAL/article/view/33313

Abstract

Foi determina do o extrato alcoólico de 100 amostras de pimenta do reino de origem desconhecida e de 16 amostras cultivadas no Brasil. A média aritmética do primeiro grupo foi 9,20%. Do segundo grupo, foram obtidos os seguintes resultados: máximo, 11,23%; mínimo,7,15%; média 9,10%. O Regulamento do Policiamento da Alimentação Pública de São Paulo exige um mínimo de 15% de extrato alcoólico da pimenta do reino; entretanto, trabalhando com 116 amostras, nunca encontramos resultados tão altos. Assim, sugerimos a alteração de nosso Regulamento para um mínimo de 8% de  extrato alcoólico, baseado na amostra sêca.

https://doi.org/10.53393/rial.1957.17.33313
PDF (Português (Brasil))

References

1. ALLEN'S COMMERCIALORGANICANALYSIS- Filadélfia, Blakiston. 5.a ed., v. 7, 1924.

2. CORTES,F. F. - 1953 - Análise de pimenta do reino em pó (Piper nigrum L.). Arquivos de Bromatologia 1 (nº único): 55-56.

3. INSTITUTO ADOLFO LUTZ - Métodos de análises bromatológicas. V. 1. Análises químicas. São Paulo, Revista dos Tribunais, 1951.

Creative Commons License

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 1957 Instituto Adolfo Lutz Journal

Downloads

Download data is not yet available.