Estudo da presença de anticorpos anti-Leishmania em cães de diferentes regiões do estado de São Paulo
Capa da Revista do Instituto Adolfo Lutz, volume 83, suplemento 1 de 2024, referente ao XI Encontro do Instituto Adolfo Lutz sobre desafios do laboratório de saúde pública.
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Palabras clave

Leishmaniose, Diagnóstico, Anticorpos.

Cómo citar

1.
Siqueira de Souza K, Mitsuyoshi Hiramoto R, Tolezano JE. Estudo da presença de anticorpos anti-Leishmania em cães de diferentes regiões do estado de São Paulo. Rev Inst Adolfo Lutz [Internet]. 3 de noviembre de 2024 [citado 25 de junio de 2026];83:e40550. Disponible en: https://periodicos.saude.sp.gov.br/RIAL/article/view/41332

Resumen

No estado de São Paulo são observados focos naturais de transmissão das leishmanioses cutânea (LT) e visceral (LV). O objetivo deste trabalho foi analisar a presença de anticorpos anti-Leishmania no soro de cães, nas diferentes regiões do estado de São Paulo, utilizando Reação de Imunofluorescência Indireta e Teste Imunoenzimático, ambos os testes realizados com kits produzidos por Bio-Manguinhos/Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos, comparando-os com resultados obtidos na cultura e teste imunocromatográfico. No Centro de Zoonoses de Bauru foram coletadas 207 amostras de soro de cães, destas 77% foram positivas na triagem pelo ELISA e cerca de 4% encontraram-se na Zona Cinza. Das amostras com resultado de ELISA positivo, 48% foram confirmadas por RIFI e no total foram consideradas 39% das 207 amostras positivas. Das 196 amostras de cães examinadas com o teste rápido IT – Leish (Diamed®) 149 apresentaram resultado positivo, enquanto 73 foram positivas na sorologia ELISA/RIFI (Bio Manguinhos/Fiocruz). Na cultura foram analisadas 185 amostras, das quais 49 tiveram resultado positivo, enquanto 69 foram positivas na sorologia ELISA/RIFI (Bio Manguinhos/ Fiocruz). Das 247 amostras de soro de cães coletadas no Centro de Zoonoses de Caraguatatuba, 11% foram positivas e 8% se encontraram na Zona Cinza na triagem pelo ELISA. Na RIFI das amostras positivas e zona cinza, foram confirmadas 40% das amostras como positivas, no total foram encontradas cerca de 7% das 247 amostras positivas. Em Itupeva foram analisadas 64 amostras de soro de cães coletadas no Centro de Zoonoses, 3% foram positivas ou zona cinza na triagem pelo ELISA. Todas as amostras com ELISA positiva ou zona cinza apresentaram resultado negativo pela RIFI. Existe também a limitação dos estudos sorológicos como a baixa especificidade do método e alguns autores têm demonstrado que T. cruzi, L. braziliensis e L. chagasi possuem diversos epítopos em comum que pode levar a resultados divergentes.

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Derechos de autor 2024 Kelly Siqueira de Souza, Roberto Mitsuyoshi Hiramoto, José Eduardo Tolezano

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