Breve histórico da sífilis e evolução do diagnóstico laboratorial no período de 2005 a 2016

Autores

  • Regina Alexandre Silva Centro de Laboratório Regional, Instituto Adolfo Lutz de São José do Rio Preto, SP, Brasil
  • Tânia Cristina Higino Estécio Centro de Laboratório Regional, Instituto Adolfo Lutz de São José do Rio Preto, SP, Brasil
  • Mirella Fontana Batista Binhardi Centro de Laboratório Regional, Instituto Adolfo Lutz de São José do Rio Preto, SP, Brasil
  • Jaqueline Calça Assis Centro de Laboratório Regional, Instituto Adolfo Lutz de São José do Rio Preto, SP, Brasil
  • Cecilia Cristina Marques dos Santos Centro de Laboratório Regional, Instituto Adolfo Lutz de São José do Rio Preto, SP, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.53393/rial.2020.v79.36028

Palavras-chave:

sífilis, sífilis congênita, sorodiagnóstico da sífilis, saúde pública

Resumo

Essa revisão explorou dois aspectos: a evolução do diagnóstico laboratorial, quantitativamente, com
análise de 12.328 dados da produção laboratorial (de 2005 a 2016) e o histórico epidemiológico, com abordagem qualitativa (descritiva). Com o objetivo de traçar um panorama e apresentar as ações laboratoriais, avaliou-se o impacto no diagnóstico com a implantação do teste treponêmico TPHA (2007) e atendimento aos fluxogramas I-A (2011) e I-B (2014), da Portaria nº 3.242/GM/MS/2011(revogada em 2016). Para traçar a trajetória epidêmica do sífilismo no contexto social, do Brasil colonial à atualidade, buscou-se a literatura científica nas bases de dados PubMed, Scielo, Lilacs, PAHO, BVS, Google Acadêmico, elegendo os descritores isolados/agrupados: sífilis/congênita, sorodiagnóstico da sífilis, saúde pública. Das 200 publicações avaliadas por leitura exploratória, seletiva, analítica e interpretativa, 63 foram selecionadas para descrever a sífilis nos aspectos já mencionados. A ausência de dados laboratoriais e epidemiológicos dificulta o conhecimento das transformações do processo de manifestação da sífilis e adoção de medidas corretivas/preventivas para seu combate. Esse estudo detectou, com originalidade, pontos vulneráveis na execução do ensaio; necessidade de estratégias para melhoria da qualidade do diagnóstico laboratorial e, do ponto de vista epidemiológico, a inserção de políticas públicas específicas para atenção ao grupo de pessoas
em idade fértil.

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Publicado

2020-12-30

Como Citar

Silva, R. A. ., Estécio, T. C. H. ., Binhardi, M. F. B. ., Assis, J. C. ., & Santos, C. C. M. dos . (2020). Breve histórico da sífilis e evolução do diagnóstico laboratorial no período de 2005 a 2016. Revista Do Instituto Adolfo Lutz, 79(1), 1–18. https://doi.org/10.53393/rial.2020.v79.36028

Edição

Seção

ARTIGO DE REVISÃO

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