Características físico-químicas do leite pasteurizado tipo C e leite Ultra Alta Temperatura comercializados na cidade do Rio de Janeiro

Autores

  • Pedro de M. Arruda Universidade Estácio de Sá, Graduação em Farmácia, Rio de Janeiro, RJ
  • Adriano G. da Cruz Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro, RJ
  • Sidney S. Zoellner Universidade Estácio de Sá, Graduação em Farmácia, Rio de Janeiro, RJ
  • Ramon Silva Universidade Estácio de Sá, Graduação em Farmácia, Rio de Janeiro, RJ
  • Michael M. Soares Universidade Estácio de Sá, Graduação em Farmácia, Rio de Janeiro, RJ
  • Vanessa S. Fernandes Universidade Estácio de Sá, Graduação em Farmácia, Rio de Janeiro, RJ
  • Ana Paula G. L. K. Galvão Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro, RJ

Palavras-chave:

leite pasteurizado, leite UHT, identidade, qualidade, legislação

Resumo

O objetivo do presente trabalho foi avaliar as características físico-químicas, dos leites pasteurizados tipo C e Ultra Alta Temperatura (UHT) integral comercializados na cidade do Rio de Janeiro. Foram realizadas as análises de acidez titulável, densidade, gordura, sólidos totais e sólidos não gordurosos em 200 amostras, distribuídas igualmente por leite pasteurizado tipo C integral (100) e leite UHT integral (100). Em ambos os produtos, com exceção dos sólidos totais em que 100% das amostras estavam em conformidade, todas as amostras se apresentaram não-conformes com pelo menos um dos parâmetros analisados com relação a legislação vigente. Os dados sugerem a necessidade de controle da qualidade de matéria-prima por parte dos laticínios, além de um monitoramento constante pelos Órgãos fiscalizadores, para garantir produtos de melhor qualidade para o consumidor.

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Publicado

2007-04-01

Como Citar

Arruda, P. de M., Cruz, A. G. da, Zoellner, S. S., Silva, R., Soares, M. M., Fernandes, V. S., & Galvão, A. P. G. L. K. (2007). Características físico-químicas do leite pasteurizado tipo C e leite Ultra Alta Temperatura comercializados na cidade do Rio de Janeiro. Revista Do Instituto Adolfo Lutz, 66(2), 125–129. Recuperado de https://periodicos.saude.sp.gov.br/RIAL/article/view/32821

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