A melancia como fonte de licopeno
Capa da Revista do Instituto Adolfo Lutz, volume 62, número 3, 2003, com desenho de um edifício institucional.
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Palabras clave

carotenóides
licopeno
melancia
análise
CLAE

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1.
Niizu PY, Rodriguez-Amaya DB. A melancia como fonte de licopeno. Rev Inst Adolfo Lutz [Internet]. 30 de diciembre de 2003 [citado 24 de junio de 2026];62(3):195-9. Disponible en: https://periodicos.saude.sp.gov.br/RIAL/article/view/34899

Resumen

Este trabalho teve como objetivo a quantificação dos principais carotenóides da melancia, variedade Crimson Sweet, produzida nos estados de São Paulo e Goiás. As amostras foram colhidas durante o ano da Central de Abastecimento (CEASA) de Campinas, em um total de cinco frutas analisadas individualmente para cada região. As análises foram realizadas em duplicata, consistindo-se na extração com acetona, partição para éter de petróleo e quantificação por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) com uma coluna C18,Spherisorb ODS2, 3 µm, 4,6 mm x 150 mm, usando eluição isocrática em fase móvel de acetonitrila contendo 0,05% de trietilamina:metanol:acetato de etila (60:20:20), com uma vazão de 0,8 mL/min, utilizando padronização externa. Os cromatogramas demonstraram que a melancia contém quase exclusivamente licopeno, com uma pequena quantidade de β-caroteno. Os teores (µg/g) de licopeno e β-caroteno foram, respectivamente, de 36 + 5 e 4,7 + 2,4 para as frutas de São Paulo e de 35 + 2 e 2,6 + 1,7 para as de Goiás. As concentrações destes dois carotenóides são semelhantes às encontradas em tomate cultivar Carmen (35 + 10 µg/g para licopeno e 3,2 + 0,6 µg/g para β-caroteno), evidenciando a melancia
como uma importante fonte de licopeno. As diferenças em termos...

https://doi.org/10.53393/rial.2003.62.34899
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Derechos de autor 2003 Patrícia Y. Niizu, Delia B. Rodriguez-Amaya

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