Implementação da PQT/OMS no Brazil

Autores

  • Vera Andrade Medica Sanitarista. Organização Mundial da Saúde/LEP/CEE/CPE/CDS

DOI:

https://doi.org/10.47878/hi.2006.v31.35212

Resumo

.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

1 World Health Organization. Study Group on Chemotherapy of leprosy for control programmes. Geneva; 1982. (WHOTechical Report Series, 675)
2 Ministério da Saúde (BR). Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária. Controle da Hanseníase em Serviços Básicos de Saúde. 4º Congresso Brasileiro de Hansenologia; 1982. Porto Alegre; Rio Grande do Sul, Brasil.
3 Ministério da Saúde (BR). Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária. Relatório da Reunião Técnica sobre Alternativas Terapêuticas em Hanseníase. Brasília: Ministério da Saúde; 1983.
4 Gonçalves A, Gonçalves N. A poliquimioterapia na hanseníase, com especial referência ao Brasil. Bras Méd 1986; 23(1-4):5-10.
5 Ministério da Saúde (BR). Secretaria Nacional de Saúde. Divisão
Nacional de Dermatologia Sanitária. Instruções para a execução das normas de controle da hanseníase, baixadas pela Portaria Ministerial n° 165/Bsb, de 14 de maio de 1976. Boletim da Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária 1976;36:7-12.
6 Ministério da Saúde (BR). Memória da Reunião Nacional de Avaliação do Programa de Controle da Hanseníase no Brasil. (mimeo). Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1985.
7 Ministério da Saúde (BR). Relatório de Consultoria sobre Avaliação do Programa de Controle de Hanseníase no Brasil. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1985.
8 Zuniga M. O papel do tratamento quimioterápico nos programas de controle da doença de Hansen. Brasília: DNDS; 1988. [Informe de Assessoria].
9 Ministério da Saúde (BR). Proposta para implantação de esquemas Multidrogas OMS. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1985.
10 Ministério da Saúde (BR). Diretrizes do Programa da Hanseníase, 1986-1990. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1986.
11 Ministério da Saúde (BR). Manual de Normas e Procedimentos para Implantação de esquemas Multidrogas OMS. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1986.
12 Ministério da Saúde (BR). Hansen´s Disease gradual setting up multi drug therapy in Brazil. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1987.
13 Ministério da Saúde (BR). Situação da hanseníase no Brasil - Oficina de Trabalho sobre Quimioterapia da Hanseníase nas Américas. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1988.
14 Ministério da Saúde (BR). Relatório da 1ª Reunião de Avaliação da utilização da Poliquimioterapia para tratamento de pacientes de Hanseníase no Brasil. Brasília: Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1988.
15 Ministério da Saúde (BR). Situação da Implantação Gradual da PQT em Hanseníase no Brasil. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1989.
16 Ministério da Saúde (BR). Relatório Quadrienal 1986-1989. Brasília: Fundação Nacional de Saúde/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1990.
17 Ministério da Saúde (BR). Elimination of leprosy review of progress made - Brazil 1986-1992. Evolution of the indicators. Brasília:
Fundação Nacional de Saúde/Centro Nacional de Epidemiologia/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1992.
18 Ministério da Saúde (BR). Relatório do Grupo Técnico: Instruções Normativas, Regulamentação Referente a Portaria
Ministerial n. 862/GM de 07/08/92. (mimeo). Brasília: Fundação Nacional de Saúde/Centro Nacional de Epidemiologia/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1992
19 Nogueira W, Marzliak MLC, Gonçalves OSJ, Brasil MTLRF. Perspectivas de eliminação da hanseníase. Hansen int 1995; 20(1 ou 2):19-28.
20 Ministério da Saúde (BR). Normas técnicas e procedimentos para utilização dos esquemas de poliquimioterapiano tratamento da hanseníase. Brasília: Centro de Documentação do Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1990.
21 Ridley DS, Jopling WH. Classification of leprosy according to immunity. A five-group system. Int j lepr other mycobact dis 1966; 34:255-73.
22 Ministério da Saúde (BR). Relatório da Avaliação Nacional do Programa de Controle da Hanseníase. Brasília: Fundação Nacional de Saúde/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1991.
23 Ministério da Saúde (BR). Relatório Final da Avaliação Independente do Programa Nacional de Controle e Eliminação da Hanseníase. Brasília: Fundação Nacional de Saúde/Centro Nacional de Epidemiologia/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1992.
24 Ministério da Saúde (BR). Portaria Ministerial n. 133 de 01/09/94. Conselho Nacional de Saúde. Brasília: Diário Oficial, ano CXXXII n° 177; 1994
25 Ministério da Saúde (BR). Ata da Reunião do Comitê Assessor da Dermatologia Sanitária. Brasília: Fundação Nacional de Saúde/Centro Nacional de Epidemiologia/ Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1993.
26 Ministério da Saúde (BR). Relatório da Reunião do Comitê Técnico Assessor da Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária. (mimeo). Brasília: Ministério da Saúde; 1994b.
27 Ministério da Saúde (BR). Departamento de Imprensa Nacional/Diário Oficial da União/Ministério da Saúde Nº 1073/GM de 28 de Setembro de 2000.
28 Pereira GFM. Características da Hanseníase no Brasil: situação e tendência no período 1985 a 1996 [dissertação]. São Paulo:
Universidade Federal de São Paulo; 1999.
29 Opromolla DVA. A hanseníase após a cura. Hansen int 1998;23(1):1–4.
30 Martelli CMT, Andrade AL, Grossi MA, Leboeuf MA, Lombardi C, Zicker F. Changes in leprosy clinical pattern after multidrug
therapy implementation. International Journal of Leprosy 1995; 63(1):95-7.
31 Andrade VLG. Evolução da hanseníase no Brasil e perspectiva para a sua eliminação como um problema de saúde publica
[Tese]. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública; 1996
32 Soares LS et al. The impact of multidrug therapy on the epidemiological pattern of leprosy in Juiz de Fora, Brazil. Cad Saúde Pública 2000; 16(2): 343-50.
33 Andrade VLG, Marques AB, Cunha LHV, Avelleira JCR. Feasibility of Multidrug Therapy (MDT) in Hansen’s Disease in urban
population - Curupaiti State Hospital. Intenational Journal of Leprosy 1987; 55(3):435-40.
34 Gallo MEN, Alvim MFS, Nery JAC, Silva FVF. Estudo comparativo com dois esquemas poliquimioterápicos (duração fixa) em hanseníase multibacilar - seguimento de 50,32 ± 19,62 e 39,70 ± 19,47 meses. Hansen int 1997; 22(1):5-14
35 Beck-Bleuminck, M. Operational aspects of multidrug therapy. lnt J Leprosy 1983; 57(2): 540-51.
36 Biot MPN. Multidrogaterapia hansênica - resultado no acompanhamento de 480 pacientes no município de São Gonçalo, após 7 anos [dissertação]. Rio de Janeiro: Universidade Federal Fluminense; 1993.
37 Brasil MTLRF, Opromolla DVA, Marziliak MLC, Nogueira W. Results of a surveilance system for adverse effects in leprosy’s WHO/
MDT. International Journal of Leprosy 1996; 64(2):97-104
38 Gallo MEN, Garcia CC, Nery JAC. Intercorrências pelas drogas utilizadas nos esquemas poliquimioterápicos em hanseníase.
Hansen int 1995; 20(2):5–8.
39 Oliveira MLWR. Cura da hanseníase: estudo de recidivas [Tese]. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro; 1996.

Downloads

Publicado

30-06-2006

Como Citar

1.
Andrade V. Implementação da PQT/OMS no Brazil. Hansen. Int. [Internet]. 30º de junho de 2006 [citado 19º de maio de 2024];31(1):23-31. Disponível em: https://periodicos.saude.sp.gov.br/hansenologia/article/view/35212

Edição

Seção

Artigos de investigação científica