Implementation of multidrug therapy against leprosy in Brazil
Capa da revista Hansenologia Internationalis com uma micrografia de tecido biológico em tons de rosa ao fundo.
PDF (Português (Brasil))

How to Cite

1.
Andrade V. Implementation of multidrug therapy against leprosy in Brazil. Hansen. Int. [Internet]. 2006 Jun. 30 [cited 2026 Jun. 25];31(1):23-31. Available from: https://periodicos.saude.sp.gov.br/hansenologia/article/view/35212

Abstract

.

https://doi.org/10.47878/hi.2006.v31.35212
PDF (Português (Brasil))

References

1 World Health Organization. Study Group on Chemotherapy of leprosy for control programmes. Geneva; 1982. (WHOTechical Report Series, 675)
2 Ministério da Saúde (BR). Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária. Controle da Hanseníase em Serviços Básicos de Saúde. 4º Congresso Brasileiro de Hansenologia; 1982. Porto Alegre; Rio Grande do Sul, Brasil.
3 Ministério da Saúde (BR). Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária. Relatório da Reunião Técnica sobre Alternativas Terapêuticas em Hanseníase. Brasília: Ministério da Saúde; 1983.
4 Gonçalves A, Gonçalves N. A poliquimioterapia na hanseníase, com especial referência ao Brasil. Bras Méd 1986; 23(1-4):5-10.
5 Ministério da Saúde (BR). Secretaria Nacional de Saúde. Divisão
Nacional de Dermatologia Sanitária. Instruções para a execução das normas de controle da hanseníase, baixadas pela Portaria Ministerial n° 165/Bsb, de 14 de maio de 1976. Boletim da Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária 1976;36:7-12.
6 Ministério da Saúde (BR). Memória da Reunião Nacional de Avaliação do Programa de Controle da Hanseníase no Brasil. (mimeo). Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1985.
7 Ministério da Saúde (BR). Relatório de Consultoria sobre Avaliação do Programa de Controle de Hanseníase no Brasil. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1985.
8 Zuniga M. O papel do tratamento quimioterápico nos programas de controle da doença de Hansen. Brasília: DNDS; 1988. [Informe de Assessoria].
9 Ministério da Saúde (BR). Proposta para implantação de esquemas Multidrogas OMS. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1985.
10 Ministério da Saúde (BR). Diretrizes do Programa da Hanseníase, 1986-1990. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1986.
11 Ministério da Saúde (BR). Manual de Normas e Procedimentos para Implantação de esquemas Multidrogas OMS. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1986.
12 Ministério da Saúde (BR). Hansen´s Disease gradual setting up multi drug therapy in Brazil. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1987.
13 Ministério da Saúde (BR). Situação da hanseníase no Brasil - Oficina de Trabalho sobre Quimioterapia da Hanseníase nas Américas. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1988.
14 Ministério da Saúde (BR). Relatório da 1ª Reunião de Avaliação da utilização da Poliquimioterapia para tratamento de pacientes de Hanseníase no Brasil. Brasília: Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1988.
15 Ministério da Saúde (BR). Situação da Implantação Gradual da PQT em Hanseníase no Brasil. Brasília: Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; 1989.
16 Ministério da Saúde (BR). Relatório Quadrienal 1986-1989. Brasília: Fundação Nacional de Saúde/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1990.
17 Ministério da Saúde (BR). Elimination of leprosy review of progress made - Brazil 1986-1992. Evolution of the indicators. Brasília:
Fundação Nacional de Saúde/Centro Nacional de Epidemiologia/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1992.
18 Ministério da Saúde (BR). Relatório do Grupo Técnico: Instruções Normativas, Regulamentação Referente a Portaria
Ministerial n. 862/GM de 07/08/92. (mimeo). Brasília: Fundação Nacional de Saúde/Centro Nacional de Epidemiologia/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1992
19 Nogueira W, Marzliak MLC, Gonçalves OSJ, Brasil MTLRF. Perspectivas de eliminação da hanseníase. Hansen int 1995; 20(1 ou 2):19-28.
20 Ministério da Saúde (BR). Normas técnicas e procedimentos para utilização dos esquemas de poliquimioterapiano tratamento da hanseníase. Brasília: Centro de Documentação do Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1990.
21 Ridley DS, Jopling WH. Classification of leprosy according to immunity. A five-group system. Int j lepr other mycobact dis 1966; 34:255-73.
22 Ministério da Saúde (BR). Relatório da Avaliação Nacional do Programa de Controle da Hanseníase. Brasília: Fundação Nacional de Saúde/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1991.
23 Ministério da Saúde (BR). Relatório Final da Avaliação Independente do Programa Nacional de Controle e Eliminação da Hanseníase. Brasília: Fundação Nacional de Saúde/Centro Nacional de Epidemiologia/Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1992.
24 Ministério da Saúde (BR). Portaria Ministerial n. 133 de 01/09/94. Conselho Nacional de Saúde. Brasília: Diário Oficial, ano CXXXII n° 177; 1994
25 Ministério da Saúde (BR). Ata da Reunião do Comitê Assessor da Dermatologia Sanitária. Brasília: Fundação Nacional de Saúde/Centro Nacional de Epidemiologia/ Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária; 1993.
26 Ministério da Saúde (BR). Relatório da Reunião do Comitê Técnico Assessor da Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária. (mimeo). Brasília: Ministério da Saúde; 1994b.
27 Ministério da Saúde (BR). Departamento de Imprensa Nacional/Diário Oficial da União/Ministério da Saúde Nº 1073/GM de 28 de Setembro de 2000.
28 Pereira GFM. Características da Hanseníase no Brasil: situação e tendência no período 1985 a 1996 [dissertação]. São Paulo:
Universidade Federal de São Paulo; 1999.
29 Opromolla DVA. A hanseníase após a cura. Hansen int 1998;23(1):1–4.
30 Martelli CMT, Andrade AL, Grossi MA, Leboeuf MA, Lombardi C, Zicker F. Changes in leprosy clinical pattern after multidrug
therapy implementation. International Journal of Leprosy 1995; 63(1):95-7.
31 Andrade VLG. Evolução da hanseníase no Brasil e perspectiva para a sua eliminação como um problema de saúde publica
[Tese]. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública; 1996
32 Soares LS et al. The impact of multidrug therapy on the epidemiological pattern of leprosy in Juiz de Fora, Brazil. Cad Saúde Pública 2000; 16(2): 343-50.
33 Andrade VLG, Marques AB, Cunha LHV, Avelleira JCR. Feasibility of Multidrug Therapy (MDT) in Hansen’s Disease in urban
population - Curupaiti State Hospital. Intenational Journal of Leprosy 1987; 55(3):435-40.
34 Gallo MEN, Alvim MFS, Nery JAC, Silva FVF. Estudo comparativo com dois esquemas poliquimioterápicos (duração fixa) em hanseníase multibacilar - seguimento de 50,32 ± 19,62 e 39,70 ± 19,47 meses. Hansen int 1997; 22(1):5-14
35 Beck-Bleuminck, M. Operational aspects of multidrug therapy. lnt J Leprosy 1983; 57(2): 540-51.
36 Biot MPN. Multidrogaterapia hansênica - resultado no acompanhamento de 480 pacientes no município de São Gonçalo, após 7 anos [dissertação]. Rio de Janeiro: Universidade Federal Fluminense; 1993.
37 Brasil MTLRF, Opromolla DVA, Marziliak MLC, Nogueira W. Results of a surveilance system for adverse effects in leprosy’s WHO/
MDT. International Journal of Leprosy 1996; 64(2):97-104
38 Gallo MEN, Garcia CC, Nery JAC. Intercorrências pelas drogas utilizadas nos esquemas poliquimioterápicos em hanseníase.
Hansen int 1995; 20(2):5–8.
39 Oliveira MLWR. Cura da hanseníase: estudo de recidivas [Tese]. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro; 1996.

This journal is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Downloads

Download data is not yet available.