A luta contra a tuberculose e a hanseníase. Apreciação geral da analogia epidemiológica das micobacterioses de Koch e de Hansen
Capa do fascículo v. 4 n. 2 de dezembro de 1979 da revista Hansenologia Internationalis, publicada pelo Instituto de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
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Palabras clave

Hanseniase
Tuberculose
Epidemiologia
Profilaxia

Cómo citar

1.
PUPO J de A. A luta contra a tuberculose e a hanseníase. Apreciação geral da analogia epidemiológica das micobacterioses de Koch e de Hansen. Hansen. Int. [Internet]. 30 de noviembre de 1979 [citado 9 de julio de 2026];4(2):93-7. Disponible en: https://periodicos.saude.sp.gov.br/hansenologia/article/view/36093

Resumen

A receptividade da infância e adolescência, registrada no ambiente familiar dos focos poli-infectantes, constitui o ponto vulnerável da luta contra ambas as endemias; pela imunização preventiva e tratamento dos casos precoces, diminui-se e estanca-se a infectuosidade do doente foco, com os recursos atuais da vacina de Calmette — Guerin e da quimioterapia específica pelas medicações antimicrobianas biostáticas, de acordo com os esquemas de tratamento mistos estabelecidos pela prática para uma e outra das infecções irmãs. Dentro da moderna estrutura sanitária de controle da saúde da comunidade pelos "Centros de Saúde" de ação dispensarial integralizada por equipes de médicos sanitaristas, visitadoras e técnicos de laboratório, impõe-se paralelamente a formação de Unidades Móveis de atuação em meio familiar, para vigilância sanitária periódica de contatos e doentes contagiantes, segundo os preceitos da Medicina Preventiva, harmonizando-se com os "Médicos de Família", obedecendo-se ao critério formulado pelos Hansenólogos e Tisiólogos. Unitermos: Hanseniase. Tuberculose. Epidemiologia. Profilaxia.

https://doi.org/10.47878/hi.1979.v4.36093
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Citas

1. BELDA, W. A endemia da hanseníase no Estado de São Paulo; situação atual, tendência secular, 1924-1970. São Paulo, Fundação Paulista contra a Lepra, 1974. [Tese (doutoramento) — Faculdade de Saúde Pública da USP]
2. NOBREGA, R. C. & MASCANI, M. Aspectos epidemiológicos da hanseníase na região do Vale do Paraíba, São Paulo. Hansen. Int., 9(1):62-76, 1978.
3. RABELLO JR., F. E. Uma classificação clínico-epidemiológica das formas de lepra. Rev. Bras. Leprol., 4 (n.° especial) :375-410, 1936.
4. SPAZIANTE, G. Verso una vittoria integrale sulla endemia tubercolare. Edizione Minerva Medica [1956]
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