Estar/ser no mundo com hanseníase: Qual é o meu lugar?
Capa da revista Hansenologia Internationalis, volume 41, número 1/2, 2016, apresentando uma microfotografia histológica de tecido cutâneo em tons de rosa.
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Palabras clave

Hanseníase
Cuidados de Enfermagem
Estigma Social
Preconceito

Cómo citar

1.
Carvalho FPB de, Simpson CA, Miranda FAN de, Pinto Érika SG. Estar/ser no mundo com hanseníase: Qual é o meu lugar?. Hansen. Int. [Internet]. 30 de noviembre de 2016 [citado 27 de julio de 2026];41(1/2):99-104. Disponible en: https://periodicos.saude.sp.gov.br/hansenologia/article/view/34991

Resumen

As pessoas vivendo com Hanseníase têm sua autoimagem maculada pelas lesões causadas pela doença, reações hansênicas e pela discriminação. Apesar de ser um problema antigo e de haver campanhas educativas para combatê-lo, o estigma está presente no cotidiano destas pessoas e desafia os profissionais que tem uma lacuna em seu saber no que concerne ao manejo do mesmo na sociedade e em seu fazer profissional. Este artigo objetiva refletir sobre o estigma e o cuidado da enfermagem a partir da fenomenologia ontológica de Martin Heidegger. O cuidado humanístico na perspectiva de ser-com-outro, de reconhecer o cuidado como ontológico e a negação do mesmo como desenraizante e desumanizante se coloca como alternativa para este enfrentamento e superação trazendo para a enfermagem o outro como parceiro na construção do cuidado, como um ser humano que vive aquele instante do encontro com o profissional em um ser-no-mundo repleto de significado e possibilidades.

https://doi.org/10.47878/hi.2016.v41.34991
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